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domingo, 26 de dezembro de 2010

Direto da redação


 Havia um tempo ao qual trabalhava nas telas. Mesmo sem muita intimidade com a esfera de couro e ar, eu era um comentarista de futebol, e vivia a vida viajando pra lá e pra cá com a minha equipe para cobrir os jogos de futebol pelo país inteiro. Como toda celebridade, eu mantinha um twitter, só para manter as pessoas que gostavam do meu programa informadas sobre as novidades que iriam acontecer. Foi assim que eu conheci Mariana.

Em uma das minhas sessões de internet recebi uma pergunta dela, sem maiores intenções. Diferente de qualquer pessoa, seu avatar me chamou muito a atenção, o que me fez segui-la e na seqüência passar meu MSN. Na hora ela me adicionou, e começamos a conversar. Já logo de cara, sem perda de tempo, disse que adoraria trepar com ela gostoso, sentir a sua buceta na minha língua, pegá-la de quatro, e ela não se fazia de rogada, sendo completamente recíproca às minhas vontades. Depois de horas conversando, tive que sair. Confesso que logo após aquele papo tive que me masturbar de um jeito muito intenso, nunca tinha me visto daquela forma.

No dia seguinte acabamos nos encontrando no MSN, para a minha surpresa. Imaginei que pelo fato de eu ser uma pessoa pública, ela iria se assustar e não mais falar comigo. Muito pelo contrário, aceitou o meu envio de webcam e me enviou a dela. Nesse dia o papo foi mais que delicioso. A conversa esquentava cada vez mais. A câmera que estava no meu rosto em questão de minutos já se encontrava mirando o meu colo, e ela tirou toda a roupa. Foi difícil conter o tesão vendo o corpo de mulher que aquele rosto de ninfeta escondia. Seios médios, cintura grande, uma mulher tesuda demais para simplesmente acabarmos em apenas um papo.

Não me aguentei vendo aquele corpo nu na webcam e tirei meu pau para fora. Ela se mostrou surpresa com o tamanho, e lambendo os lábios me via bater uma punheta enquanto a olhava tocando os seios. Não demorou para que desaparecesse e voltasse com um vibrador, quase do tamanho do meu pau. Ajeitou sua câmera em direção à sua cama e começou a enfiá-lo na bucetinha. Enquanto ela se insinuava com aquele vibrador, eu continuava minha punheta a vendo. A vontade de comer aquela mulher aumentava a cada bombada que eu dava e não saia da minha cabeça a possibilidade de fazer uma cobertura na cidade dela, só para foder aquela mulher gostoso.

Gozei gostoso vendo aquela deliciosa mulher enfiando o vibrador inteiro na buceta. Cheguei a melar até o meu pescoço de porra. Depois daquele dia não nos falamos mais. A emissora começou a exigir muito mais de mim, então meu tempo de internet começou a ficar bem escasso. Foi até o dia que vi um papel na minha mesa que me fez abrir um sorriso de orelha a orelha. Teríamos uma cobertura a fazer na cidade dela. Só podia ser obra do destino. Rapidamente peguei meu celular e a procurei no MSN. Para a minha sorte, ela estava online e mandei uma mensagem falando que eu estaria na cidade dela e passei meu celular. Logo na sequência recebo a resposta dela, me falando que era só ligar assim que eu chegasse e me passou também seu celular. Eu mais do que depressa anotei seu número e apenas aguardei o dia da viagem.

Estranhamente no dia da partida eu estava mais nervoso que o normal. Agitado, andava de lá para cá, chegando a chamar a atenção da minha equipe que perguntava se tudo estava bem. Eu apenas confirmava com a cabeça, cabeça essa que estava em chegar logo ao hotel e fazer aquela ligação. No vôo era complicado de segurar a minha excitação. Eu parecia um garoto adolescente prestes a perder a virgindade. O que aparecia na minha frente eu comia. As piadas rolavam soltas dentro do avião. Os caras da produção nunca tinham me visto daquele jeito.

Chegamos de manhã na cidade. Tivemos uma longa reunião para definir como faríamos a cobertura total do jogo que iríamos tratar, e eu afoito querendo que chegasse logo a noite para poder me encontrar com Mariana e matar toda aquela vontade que eu estava sentindo daquela mulher. A equipe resolveu dar uma parada para almoçar, e eu voltei ao meu quarto. Parado, olhando para a cama com a minha mala ainda por se desfazer, não pensei duas vezes. Passei a mão no telefone e fiz a ligação:

- Mariana?

- Oi!? Quem é?

- É o Dyas. Escuta. Não quer vir almoçar comigo? Estou no Ritz.

- Hmmmm… Pensei que você não iria me ligar. Estou aí em 15 minutos!

- Só perguntar no saguão qual meu andar. Você já está autorizada a subir aqui no meu quarto, viu!?

- Ótimo! Já estou chegando aí.

Sentei na cama e cocei a cabeça, preocupado. Eu era uma figura pública, não podia fazer coisas daquele tipo. Mas essa preocupação acabou assim que a recepção me informou sobre a chegada dela. Meu pau logo apertou a minha calça, antes mesmo da chegada de Mariana ao meu quarto. Quando entrou não me contive. Comecei a beijá-la intensamente, passando minha mão por baixo do seu vestido buscando enfiar meu dedo naquele rabo delicioso que só tinha visto por webcam.

Minha boca buscava seu pescoço com um perfume doce e sensual. Não me aguentei e fui me abaixando, beijando seu corpo e tirando sua minúscula calcinha, que foi parar longe depois que a atirei sem ver. Contra a parede, Mariana gemia com a minha boca entre as suas pernas. Ela se segurava na parede como podia, enquanto eu arrancava gemidos cada vez mais altos da sua boca com a minha língua que parecia uma enguia no seu grelo.

De pé, Mariana se contorcia com a primeira gozada do dia. Eu, ainda com a boca molhada pelo seu mel, voltei a beijá-la deliciosamente, enquanto ela me empurrava para a cama. Deitou-me e logo foi tirando a minha calça, beijando meu pau por cima dela. Mariana sabia seduzir um homem, e me olhando nos olhos, livrou meu pau da cueca e o lambeu a cabeça devagar, me fazendo estremecer por completo. Depois de muito me instigar, encheu sua boca com a minha rola, me chupando e batendo uma punheta ao mesmo tempo. Eu gemia deitado na cama, me segurando nos lençóis, enquanto ela se concentrava em deixar meu pau e minhas bolas mais babadas o possível.

Não me segurei. Eu queria fazer daquela mulher minha vadia particular. Levantei-me e ordenei que ficasse de joelhos. Ela atendeu, e assim comecei a bater com meu pau na sua cara, enquanto ela buscava minha rola com a língua. Depois de um tempo a deixei abocanhar novamente, e ela, como uma putinha bem treinada, me abocanhou novamente até que eu gozasse na sua boca. Minha porra saiu intensa, enchendo sua boca. E ela fez questão de deixar meu pau melado de porra, sem parar de me chupar depois que eu tinha gozado. Eu olhava para baixo e via seus olhos de vampira naquele rostinho de menina deixando meu pau molhado de saliva e porra.

Paramos por um tempo. Olhando-nos apenas, sem nenhuma palavra a ser proferida por nenhum dos dois. Deitados na cama, admirávamos um o corpo do outro, com dedos que passeavam por todos os cantos. Voltei a beijá-la e desci para suas coxas roliças e deliciosas. Quando estava perto de colocar minha boca na sua bucetinha lisa novamente, a fiz virar, e continuei beijando aquele corpo bronzeado e delicioso. Continuei a beijando subindo pelo seu corpo todo. Sua bunda, suas costas, sua nuca. Quando eu já tinha meu corpo todo sobre o dela, minha vara acabou posicionada com a cabeça para aquele rabinho apertado. No seu ouvido, pedi para comer aquele cuzinho, e ela sempre bem obediente aceitou, e relaxando deixou com que a minha rola entrasse devagar, sendo mascada por aquele cuzinho apertado e delicioso.

Comecei a bombar, gemendo deliciosamente no seu ouvido, e ela fazia o mesmo, segurando forte minha mão e apertando toda vez que minhas bolas encontravam a sua bunda. O tesão me tomava por completo, vendo aquela vadia de olhos fechados e boca entreaberta gemendo como louca na minha rola. Depois de um tempo parei meus intensos movimentos e a mandei ficar de quatro. Ela rapidamente se colocou sobre os joelhos, apoiando suas as mãos na cama. Enfiei de novo meu caralho inteiro naquele rabinho e enchendo aquela bunda maravilhosa de tapas a chamava de puta, vadia, cadela. Ela só gemia, me pedindo mais e mais. Minha rola queimava naquele rabo apertado, e não demorou até que começasse a pulsar novamente anunciando mais um banho de porra que aquela vadia deliciosa iria tomar.

Tirei meu pau e não precisei me masturbar muito. Em segundos aquela bunda maravilhosa já estava toda branca, escorrendo minha porra quente. Eu urrava dentro do quarto gozando mais uma vez deliciosamente. Ela gemia a cada jato quente que recebia o que me deixava mais louco. Aquela vadia além de deliciosa era muito safada. Eu agradecia a cada jato pelo que a internet podia fazer.

Depois daquilo precisávamos de um banho. Eu estava completamente encharcado de suor, enquanto ela não só de suor, como da minha porra que escorria por suas pernas. Sorridente, aceitou meu convite para irmos ao banheiro. Liguei o chuveiro e começamos a nos beijar novamente. Um beijo mais parecido com um beijo apaixonado de dois namorados, mas que não demorou a se tornar o mesmo beijo cheio de volúpia que tínhamos dado logo no momento que nos vimos.

Enquanto nossas bocas se encontravam, a água quente batia em nos nossos corpos, nos molhando completamente. Minhas mãos ajudavam a espalhar a água pelo seu corpo, o que acabou me deixando com tesão novamente. Meu pau cresceu entre suas pernas, o que a fazia respirar de forma mais pesada. Enquanto minha boca percorria a dela, ela brincava com as coxas acariciando o meu caralho duro.

Eu já tinha recebido um boquete delicioso, já tinha me deliciado naquele rabinho, agora me faltava somente experimentar aquela bucetinha quase sem pelos com aparência de semi-virgem. Desci meus dedos pelo seu corpo e parei com eles em seu grelo. A beijando sem parar, comecei a penetrá-la de leve, a sentindo tremendo com meus dedos a invadindo. Era uma delícia vê-la de olhos fechados, curtindo aquele movimento de vai e vem devagar, envolvente, instigante.

Enquanto meus dedos a penetravam, ela segurava minha rola com as duas mãos. Uma acariciando a cabeça do meu pau, outra acariciando as minhas bolas. Minha boca percorria pelo seu pescoço, descia para seus seios, e as únicas coisas que se ouvia naquele banheiro era a água caindo e seus gemidos agudos. Percebi que em pouco tempo ela tinha gozado com meus dedos. Estremeceu toda, mordendo os lábios, prendendo minha mão na sua buceta usando suas coxas. Com as mãos, me batia uma punheta descompassada, perdida no orgasmo que estava tendo.

Depois de ter gozado daquela forma tão deliciosa, imaginei que não iria querer mais. Muito pelo contrário. Com a respiração ofegante, tirou minha mão do meio de suas pernas e foi ajeitando meu cacete com todo cuidado na entrada da sua buceta. Fui me ajeitando, e com um pouco de esforço, mesmo naquela posição incômoda, minha rola entrou deliciosamente naquela xota quente e molhada. Gememos alto, reverberando pelo banheiro inteiro e ela começou a rebolar fazendo meu pau entrar e sair da sua buceta.

Eu delirava de prazer e tesão, enquanto ela, de olhos fechados e se apoiando em meus ombros fazia a sua deliciosa dança buscando mais um orgasmo. Não demorou até que conseguisse atingir mais um, esfregando seu grelo na minha pélvis. Eu segurava como podia o meu gozo com ela rebolando como louca, gemendo e me olhando nos olhos, me chamando de puto e falando que queria agora beber todo o leite do meu caralho.

Eu, mordendo os lábios, me segurava como podia, batendo na sua bunda e tentando acompanhar seus intensos movimentos. Foi quando, quase trocando as letras, anunciei que iria gozar. Ela rapidamente saiu daquela posição, se jogou no chão e em questão de segundos engoliu o meu cacete. Sua língua passava pela cabeça do meu pau, enquanto ela me batia uma punheta forte, me convidando para encher aquela boca com a minha porra.

Depois de uns dois minutos com ela me masturbando, mamando a cabeça do meu pau e me acariciando as bola, meus jatos de porra encheram a sua boca. O mais impressionante é que mesmo depois de tanto ter gozado, minha porra escorria pelo canto da boca dela, mesmo com ela engolindo tudo o que podia. Minhas pernas bambearam ali, e quase cai no chão exausto. Ela sorrindo deu mais uma lambida na cabeça do meu pau, que àquela hora estava quase todo murcho e subiu limpando o canto da boca botando pra dentro o resto de porra que sobrara escorrendo no seu queixo. Beijamos-nos novamente e terminamos aquele banho.

Estávamos prontos para mais uma quando meu celular tocou. Era o pessoal da produção perguntando onde eu estava, porque já era pra eu estar no estádio. Desesperado, comecei a me trocar, me desculpando com aquela mulher deliciosa pela pressa. Ela me disse que desculparia, mas só se eu voltasse para a cidade e a tratasse da mesma forma. Me senti realizado, e desde então, toda vez que apareço em sua cidade, telefono, chamando-a para almoçar novamente.

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