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domingo, 26 de dezembro de 2010

Direto da redação


 Havia um tempo ao qual trabalhava nas telas. Mesmo sem muita intimidade com a esfera de couro e ar, eu era um comentarista de futebol, e vivia a vida viajando pra lá e pra cá com a minha equipe para cobrir os jogos de futebol pelo país inteiro. Como toda celebridade, eu mantinha um twitter, só para manter as pessoas que gostavam do meu programa informadas sobre as novidades que iriam acontecer. Foi assim que eu conheci Mariana.

Em uma das minhas sessões de internet recebi uma pergunta dela, sem maiores intenções. Diferente de qualquer pessoa, seu avatar me chamou muito a atenção, o que me fez segui-la e na seqüência passar meu MSN. Na hora ela me adicionou, e começamos a conversar. Já logo de cara, sem perda de tempo, disse que adoraria trepar com ela gostoso, sentir a sua buceta na minha língua, pegá-la de quatro, e ela não se fazia de rogada, sendo completamente recíproca às minhas vontades. Depois de horas conversando, tive que sair. Confesso que logo após aquele papo tive que me masturbar de um jeito muito intenso, nunca tinha me visto daquela forma.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Insaciável Recatada


- Como assim não tem dois quartos!?

- Pois é, pessoal. Falei com o dono do hotel e ele me disse que apenas teria um quarto com duas camas. Por conta da temporada está tudo ocupado.

- Vamos tentar mais pra frente então.

- Ta louca, Sabrina? Eu não aguento mais uma hora de carro, nem você nem a Laís sabem dirigir, se pararem a gente com o Douglas dirigindo, capaz de ir todo mundo pra cadeia na melhor das hipóteses. Vamos ficar por aqui mesmo, vai… Tem duas camas no quarto. Cada casal vai pra sua e fica tudo certo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Esquecendo mágoas


Noite fria, dia cansativo e uma vontade de ficar em paz comigo mesmo. Se não fosse o fato da minha conta bancária me permitir ir jantar fora, meu dia seria completamente desastroso. Vesti-me com o usual. Jeans, camisa, sapato, optei por um paletó quente a muito esquecido no guarda-roupa, meu companheiro chapéu e sai pela noite em busca de algum lugar para me alimentar. Deparei-me com um restaurante aconchegante incrustado em uma viela no centro da cidade. De fora, se eu tivesse passado mais rápido, nem o teria notado.

Estacionei meu carro relativamente perto do lugar e segui por uma calçada cheia de árvores e dificultosa de se caminhar. Quando entrei no restaurante, pude sentir todo o clima caseiro, misturado a um bar de bom gosto. O cheiro de caldo de feijão tomava o ambiente e me dizia que aquela era a sua grande especialidade.

Despedida de solteiro


Domingo chato em casa, resolvi sair para assistir um filme no cinema. Na época, Efeito Borboleta ainda estava em cartaz, mas quase para sair, então era o filme que do qual teria menos pessoas. Escolhi esse mesmo e fui para a sala. Sentado sozinho, olhando para a tela sem nada e pensando na vida, nem me dei conta de que três mulheres se sentaram atrás de mim. Muito festivas, davam risada de tudo. Imaginei que todas estavam drogadas. Não dei muita bola e continuei na minha.Quando as luzes se apagaram, mesmo com as poucas pessoas que entraram na sala, não subiam até onde estavam nós quatro. Elas continuavam a sua festa, e eu começava a ficar irritado pelo fato. O filme começou e nem assim elas paravam

Brincadeira de adulto


Estava combinando com os amigos aquela cerveja do sábado à tarde quando meu telefone tocou:
- Alô!?
- Dyas? É a Naty, tudo bom?
- Tudo Naty! O que manda de bom?
- Sabe o que é... Eu comprei um home theater novo, mas preciso de ajuda pra instalar. Você pode vir aqui me dar uma força?
- Com certeza, Naty! 15 minutos estou aí!
Avisei aos meus amigos que eu me atrasaria e fui à casa dela. Admito que fui por outros interesses. Sempre tivemos um papo mais quente desde que nos conhecemos, mas nunca tivemos oportunidades de colocar em prática certas coisas que falávamos. Cheguei lá e toquei a campainha. Fui recebido por ela bem a vontade. Ela veio saltitante, e seus seios pulavam sob uma leve blusa de alcinhas.